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Luisão - Vinte Títulos! (and counting...)

Se todas as batalhas da

"SE TODAS AS BATALHAS DA HUMANIDADE SE TRAVASSEM APENAS NOS CAMPOS DE FUTEBOL, QUÃO BELAS SERIAM AS GUERRAS!" (Augusto Branco)

segunda-feira, 16 de abril de 2018

ISTO AINDA NÃO ACABOU!



Ficámos numa situação muito desconfortável, mas é proibido desistir! Resta-nos vencer os quatro jogos que faltam e torcer por uma derrota ou dois empates do Porto. É difícil, não é impossível. 

O resultado justo, atendendo ao futebol apresentado por ambas as equipas, era o empate. Com uma arbitragem imparcial é muito provável que tivesse sido esse o desfecho. Mas não seria de esperar tal coisa dum Soares Dias num Benfica - Porto.

Notou-se muito a ausência do Jonas no Onze e notou-se muito a ausência do Raúl no banco. Faltou-nos aquela calma e qualidade na organização do ataque que o Pistolas nos dá. E depois faltou-nos o efeito Raúl, vindo do banco, para mudar o jogo na segunda parte. 

A ordem era clara: não facilitar no terço defensivo e não arriscar a sair em construção desde trás. Logo à partida, esta estratégia obrigou a equipa a jogar de forma diferente do seu modelo habitual. Talvez por isso, a bola não chegava "redondinha" ao último terço e, apesar do volume ofensivo produzido na primeira parte, só criámos uma situação de golo iminente (Pizzi, aos 45'). Mas fomos claramente superiores nos primeiros quarenta e cinco minutos.

Na segunda parte senti a equipa perdida entre a vontade de ganhar e o medo de perder. O Rui Vitória deu sinais contrários na forma como mexeu na equipa. A entrada do Salvio fez sentido, mas devia ter saído o Cervi e não o Rafa. As entradas do Samaris (pelo Cervi) e depois do Seferovic (pelo Pizzi) manifestam alguma indefinição. Com o aproximar do fim, o Porto assumiu mais o jogo e foi à procura do único resultado que lhe interessava. Acabou por ser feliz no remate do Herrera, aos 90', após vários ressaltos em que os nossos não conseguiram afastar a bola. Nos dois minutos jogados, dos quatro "dados" como tempo de compensação, ainda podíamos ter chegado ao empate, se tivesse sido assinalado o penalti cometido sobre o Zivkovic. 

Sinceramente, esperava mais da nossa equipa. Mesmo sem Jonas. Não conseguimos impor o nosso jogo durante muito tempo, nem conseguimos controlar o adversário, como se impunha. Agora, só há uma coisa a fazer: ir ganhar ao Estoril! Isto ainda não acabou!

                              Ficha do jogo (aqui)

Benfica Sempre!
Moro no Seixal, perto do nosso Centro de Treinos. De manhã, no meu caminho para o trabalho, costumo cruzar-me com vários dos nossos jogadores no seu caminho para o trabalho. Aí há tempos, achei por bem pendurar um cachecol do Glorioso na janela do meu carro no momento em que saio de casa. Ao longo do trajecto comum, o cachecol permanece pendurado na janela, esvoaçando livremente, como que saudando quem passa. Depois retiro-o. Quando passo pelos nossos jogadores, não grito, não gesticulo, não buzino. Simplesmente, utilizo o cachecol como quem diz: "Bom dia, vizinho. Bom trabalho! Estamos juntos!" E juntos seguimos. Ah, o dia em que me lembrei de iniciar este simples ritual foi a manhã seguinte a termos levado cinco do Basileia.



sábado, 14 de abril de 2018

Um jogo daqueles!




Este é um daqueles jogos para:

o Guerreiro Jardel impor a sua lei pela terra e pelo ar;
o Zivkovic encher o campo e rasgar a oposição;
o Pizzi dirigir com mestria as manobras da nossa equipa;
o Jonas destruir o mito de que não marca nestes jogos;
o Cervi crescer ainda mais nos nossos corações;
o Rafa mostrar o enorme jogador que pode ser, usando toda a sua inteligência, técnica e velocidade;
o Fejsa estar ao seu nível;
o Grimaldo mostrar que consegue ser tão eficaz a defender como a atacar;
o Rúben fazer uma inesperada progressão com bola e provocar um desequilíbrio fatal na defesa contrária;
o Senhor Almeida confirmar a excelente época que está a fazer;
o Varela mostrar que esteve lá quando foi preciso;
o Salvio ajudar a equipa a esticar o jogo e a ganhar faltas perigosas;
o Furacão Raúl ser novamente decisivo e aplicar o xeque-mate ao adversário;
o Capitão Luisão e demais companheiros no banco acrescentarem as soluções necessárias.

Este é um jogo daqueles! Um jogo para campeões, os nossos Campeões!

E agora calo-me. Tenho que poupar a garganta para amanhã. Vão ser dez minutos a cantar "Eu amo o Benfica" ... e mais oitenta e tal, pelo maior de Portugal!

RUMO AO PENTA, MEU BENFICA!!

PS: Acho que vamos ganhar 3-1.

segunda-feira, 9 de abril de 2018

Custou, mas foi!
























Os nossos meninos
O Jonas, esse menino mimado pela Família Benfiquista, queixou-se das costas e ficou suspenso na bancada, a torcer como nós. O Raúl, menino corajoso, aproveitou a titularidade para fazer o mesmo que o Pistolas costuma fazer quando joga: golos! O Cervi, o Zivko e o Rafa, como meninos atrevidos que são, procuraram sempre criar problemas aos adversários, ainda que nem sempre o tenham feito da forma mais objectiva. Mais dificuldades tiveram os meninos Jardel, Fejsa e Rúben, condicionados pelos cartões amarelos e com medo de serem... suspensos. Quem entrou a todo o gás foi o menino Toto Salvio, que quase fazia um golo e ganhou o penalti indiscutível que nos deu a vitória, ao minuto 92. Os restantes meninos não estiveram mal, nem particularmente bem. Sendo que o menino Grimaldo, no plano defensivo, esteve aquém do necessário. O que nunca lhes faltou foi uma enorme entrega na busca da vitória!

Como se esperava, foi um jogo difícil e tivemos de sofrer até ao apito final para podermos festejar no bom fim. Se o preço a pagar pelos três pontos em cada jogo for este sofrimento, eu pago. O coração há-de aguentar! Assim a equipa demonstre essa crença e essa garra, que não lhe faltará a força que vem das bancadas, como mostrámos em Setúbal.

É TÃO BOM VIVER NO BENFICA!


O jogo
Não conseguimos desenvolver as combinações com a qualidade habitual pelo corredor central, em parte porque o apoio frontal e o passe curto não são os pontos fortes do Raúl. Pelos flancos também não foi fácil, dada a forma como o Setúbal conseguiu sempre colocar muitos elementos na zona da bola. Ainda assim, na primeira parte criámos várias situações de golo e podíamos ter completado a reviravolta nos primeiros quarenta e cinco minutos. Fizemos apenas um, com boa assistência do Rafa e excelente finalização do Raúl, de pé esquerdo.

Na segunda parte, sofremos dois sustos valentes e acabámos por não criar tanto perigo como na primeira. Mas quem porfia sempre alcança. Agarrámos o jogo e fizemos pela vida! Ainda não foi desta que o Raúl falhou um penalti, e assim somámos a nona vitória consecutiva. Venham os próximos!

                             Ficha do jogo

Têm o que merecem
O circo do Lumiar está on fire! Ou, como eu gosto de dizer, é o Sporting a ser Sporting. Os sócios que votaram no grunho uma e outra vez e ainda lhe reforçaram os poderes quando ele fez o ultimato, têm o que merecem. Os sócios que nem se deram ao trabalho de ir lá votar para correr com ele também têm o que merecem. Só tenho alguma pena dos jogadores, coitados, não mereciam esta sina. (Com excepção do Coentrão).

É TÃO BOM VIVER NO BENFICA!

quinta-feira, 5 de abril de 2018

OPERAÇÃO BONFIM




Vitória de Setúbal - Benfica, Sábado às 20h30. Só este jogo interessa! Nem sei qual é o seguinte. Só sei que temos que entrar na máxima força e dar tudo para vencermos esta final. E a máxima força nesta altura passa, certamente, pela repetição do Onze que tem sido utilizado nos últimos jogos. Incluindo, obviamente, o Jardel e o Fejsa. E a entrada do Raúl na segunda parte, seja para ajudar a segurar uma vantagem, seja para aplicar o efeito-Mantorras. 

Conseguimos tomar a dianteira na entrada para a recta final do campeonato, o que é bastante animador. Contudo, um ponto de vantagem, quando ainda faltam disputar dezoito, apenas significa que não podemos vacilar. Nem vale a pena compararmos os graus de dificuldade dos calendários de Benfica e Porto, pois nesta fase a prática faz questão de contrariar a teoria, sem respeitar a "lógica".

Ainda assim, gostaria de salientar dois aspectos que, acredito, nos dão alguma vantagem. A primeira é a qualidade do futebol que praticamos. Quer se queira, quer não, a qualidade do futebol que se joga tem um bocadinho de influência nos resultados. E pelo menos desde o início de Janeiro que somos a equipa que melhor futebol pratica em Portugal. Temos jogado a um nível muito superior ao alguma vez apresentado pelos outros pretendentes ao título. Os pontos acumulados confirmam-no. Desde o dérbi, a 3 de Janeiro, recuperámos seis pontos em relação ao Porto e nove em relação ao Sporting. Acresce que os nossos jogadores chegam a esta fase da época no topo da sua forma, enquanto os adversários acusam enorme desgaste e apresentam boletins clínicos mais carregados.

O outro aspecto em que levamos vantagem é a parte emocional. A maturidade dos nossos jogadores e treinador é uma mais-valia que poderá fazer a diferença a nosso favor neste sprint final. A instabilidade emocional do boneco Conceição não podia ser mais contrastante com a impassibilidade do Senhor Rui Vitória. A ansiedade acumulada pelos jogadores do Porto ficou bem patente no Restelo. A experiência acumulada pelos nossos Campeões não tem paralelo em Portugal.

Mas estas considerações não nos asseguram absolutamente nada. A única coisa que importa é somarmos os três pontos na batalha do Bonfim! É para isso que a nossa equipa tem trabalhado ao longo da semana. É para isso que a iremos apoiar do primeiro ao último minuto de jogo. Lá estaremos, na Onda Vermelha que vai inundar a cidade do Sado, em busca da nona vitória consecutiva! 

É RUMO AO PENTA, MEU BENFICA!!


segunda-feira, 2 de abril de 2018

Afinal ganhámos um ponto quando fomos empatar ao Restelo!


De resto, não muda nada. É ganhar em Setúbal!
Carrega BENFICA!!!!!

UMA OITAVA ACIMA



Não terá sido o jogo mais conseguido da corrente série de oito vitórias, muito por mérito da organização defensiva do adversário e por algum défice de velocidade da nossa equipa. Mas não deixou de ser uma vitória justa e merecida. 

Ao longo da primeira parte, desenhámos belas jogadas em ataque posicional, mas faltou alguma definição no último passe. O Peseiro abdicou de jogar com ponta-de-lança para povoar mais a defesa e o meio-campo, explorando a velocidade do Rafinha e do Heldon em transições rápidas, apoiadas na qualidade de passe do Mattheus Oliveira. O Vitória conseguiu assim construir alguns contra-ataques, sobretudo pelo seu flanco esquerdo, que terminaram em cruzamentos perigosos. Por duas vezes, valeu-nos o Grimaldo a desfazer o perigo, dobrando os centrais no coração da nossa área. No resto do tempo, só deu Benfica. Tivemos muita posse de bola no meio-campo adversário e conseguimos reciclar os ataques com muita frequência. Mas os passes para finalização não estavam a sair letais e encontravam sempre um pé ou uma perna vimaranense a impedir que a bola chegasse ao nosso matador. Ou até a mão do João Aurélio. Só que com a mão não vale e, desta vez, o VAR viu e avisou o árbitro. Penálti tão indiscutível quanto indefensável - é assim Jonas, com força e para a malha lateral! 




O 1-0 ao intervalo deixava boas perspectivas para a segunda parte, ainda para mais com a vantagem de atacarmos para a baliza grande. O Grimaldo voltou a estar em destaque, mas agora na área adversária. Por duas vezes, surgiu isolado na cara do guarda-redes, mas não conseguiu concretizar. Teve ainda um remate a obrigar o Miguel Silva a defesa apertada. O jogo de paciência e desgaste praticado pelo Benfica começava a abrir brechas no bloco minhoto, mas ainda faltava o golo da tranquilidade. O jogo parecia controlado (na segunda parte, apenas por uma vez o Vitória conseguiu sair com perigo) mas era muito arriscado mantermos a vantagem mínima. 



Felizmente, temos no banco a solução para estas situações. Um verdadeiro game changer, de seu nome Raúl Alonso Jiménez Rodríguez. Desta vez, o nosso Furacão Mexicano juntou ao enorme entusiasmo com que entra em campo sempre que é chamado a mais bela Letra do abecedário futebolístico! Assistência sublime para o Jonas bisar e fechar a contagem em 2-0. Este já está. Agora é invadir o Bonfim em busca da nona!




JONAS - a queda de um mito
"Ah e tal, o Jonas não pode jogar sozinho na frente" Quantas vezes ouvimos esta verdade insofismável ao longo das últimas épocas? Também eu alimentei este mito, convencido que seria um desperdício de talento entregarmos o Jonas à marcação dos centrais e tirá-lo daquele espaço entre-linhas, onde ele define como ninguém. Pois bem, a verdade é que o mister Vitória conseguiu resolver a quadratura do círculo e hoje temos o melhor Jonas de sempre... a jogar sozinho na frente! Tal como numa escala musical, a recepção ao Vitória de Guimarães marca o fecho de um ciclo iniciado precisamente na deslocação à cidade berço, em 5/11/2017. A 11ª jornada marcou a estreia deste sistema. Nessa altura, foi necessário Inovar para Ganhar. Passada uma volta completa no calendário, temos a equipa bem afinada neste apaixonante 4-3-3, a tocar uma oitava (vitória consecutiva) acima!

                            Ficha do jogo (aqui)

quinta-feira, 29 de março de 2018

Longa se torna a espera











Isto de passarmos duas semanas sem vermos o melhor futebol que se pratica em Portugal é um castigo que ninguém merece! A boa notícia foi que deu para recuperar o Rúben Dias e o Salvio. Caso o Rúben não estivesse em condições, teríamos a garantia do Capitão. No lugar do Salvio, temos o Rafa que tem estado bem e, quanto a mim, será para manter. De resto, não tem nada que saber: é Mestre Jonas e os Três Triângulos! 
Tá bom, não mexe!


                                                     

Em tempo de Páscoa, nada melhor do que enchermos a Catedral e celebrarmos a nossa Paixão pelo Maior de Portugal!

Faltam sete pró Quinto!
Carrega BENFICA!!


                                    E já agora, o tributo aos autores do título do post
                                     

segunda-feira, 19 de março de 2018

FORTÍSSIMOS NA FEIRA. VENHAM MAIS SETE!




A atitude do Tetracampeão na batalha da Feira tornou fácil o que se adivinhava difícil. Ganhámos por dois mas podiam ter sido meia dúzia, tal foi o vendaval ofensivo imposto pelo Maior de Portugal do primeiro ao último minuto de jogo. Três bolas nos ferros e várias defesas in extremis pouparam o Feirense a uma goleada das antigas. Só deu Benfica! 

Foi necessário adaptarmos o nosso estilo de jogo ao contexto e às condições do relvado pelado. Praticámos um futebol mais linear, com muita exploração dos corredores laterais e fazendo a bola chegar mais depressa do que o habitual ao último terço. Também foi muito importante fazermos rápidas variações do flanco de jogo para encontrarmos espaços livres. Neste capítulo, o Pizzi foi magistral! O maestro do Benfica rasgou por diversas vezes o bloco adversário com passes longos de precisão milimétrica, sempre a descobrir um companheiro isolado no corredor oposto àquele em que se encontrava. 



A velocidade supersónica do Rafa "serpente" Silva e a sua capacidade de progressão com bola em slaloms imparáveis causaram o pânico na defesa contrária, levando à justa expulsão do Tiago Silva, aos 40'. Marcou um golo e podia ter marcado mais dois, pelo menos. Mas se conseguir sempre concretizar (ou assistir) um terço das ocasiões que cria já será fantástico.



Mais uma vez, a chave para abrir o marcador foi o Raúl "el huracán" Jiménez. Desta vez nem precisou de um minuto para derrubar a oposição. Numa rápida combinação com o Jonas, logrou finalizar de ângulo já muito reduzido. Ainda isolou o Rafa por duas vezes, sendo uma fatal. 

Por um lado, o Raúl merece ser titular por tudo o que tem feito. Por outro, continuo a achar que temos mais a ganhar em iniciar os jogos no sistema habitual de 4-3-3 e lançar o Furacão Mexicano na segunda parte. É preciso termos em conta que a partir dos 60, 70 minutos os adversários já estão mais desgastados, precisamente por causa do carrossel estonteante que conseguimos colocar em campo com o sistema inicial. E aí sim, podemos abdicar de um médio e acrescentar um elemento - e que elemento! - à frente de ataque.



Esta foi a sétima batalha consecutiva que conseguimos vencer. Para atingirmos o nosso objectivo precisamos de vencer as sete que faltam. Venham elas! Agora temos que aguentar duas semanas sem podermos desfrutar do belo futebol que nos tem sido proporcionado pelo Mister Vitória e seus animais de competição. Voltaremos ainda com mais ganas na recepção ao Guimarães, dia 31, na Catedral!.

                            Ficha do jogo (aqui)

segunda-feira, 12 de março de 2018

Quem espera... alcança?


A revolução que eu pedi aqui na semana passada começa agora! O Gabinete de Crise anunciado pelo nosso Presidente entrou hoje em funções. Terá como tarefa principal, segundo percebi, actuar judicialmente contra aqueles que nos difamam e procuram manchar o nome do Sport Lisboa e Benfica. É algo que já podia (devia?) ter sido feito há mais tempo, mas mais vale tarde do que nunca. Agora precisamos é que a Justiça seja justa. 

Infelizmente, são vários os exemplos recentes que nos levam a duvidar da isenção, e até da intenção, de quem tem a obrigação de promover as acusações. O insólito Caso do "ministro que foi à bola" arrasa a credibilidade do Ministério Público, só para citar o exemplo mais escabroso. Esperemos que pelo menos os níveis seguintes da Justiça não tenham sido também corrompidos pela Nojenta Aliança do clube da máfia com o clube dos palhacitos do lumiar (e estes aqui assumem mais importância porque têm mais gente em lugares influentes). 

Mas não podemos esperar eternamente. Percebo as razões que levam a que o tempo da Justiça seja necessariamente mais largo do que o tempo mediático. Não obstante, a Justiça tem de ser feita em tempo útil, caso contrário não será...justa.

Outro aspecto que me preocupa, e esta questão só se colocará lá mais para a frente, é que não haverá dinheiro no clube da máfia nem no clube dos palhaços do lumiar para nos pagarem as indemnizações que forem decretadas quando, finalmente, for feita justiça.

Sim, porque quando finalmente for feita justiça, ficará provado que tudo isto não passa de uma manobra desesperada de dois clubes falidos, dirigidos por incompetentes e criminosos, que há muito perceberam que só assim podem chegar aos calcanhares do Maior, o Glorioso Sport Lisboa e Benfica.

Tal como referi em Junho do ano passado (em cortina de fumo) basta-me ver os jogos - e vejo-os todos - para ficar perfeitamente descansado quanto à justeza das nossas vitórias. As mentiras, por muito que sejam repetidas, não deixam de ser mentiras. Eu sei o que vejo. E o que vi. Também não precisei de ouvir as escutas para saber que o porto roubou tudo o que ganhou nos últimos trinta e tal anos. Bastou-me ter visto os jogos.

Entretanto, tivemos a decisão do Tribunal da Relação do Porto que proibiu a continuação da divulgação dos emails. Penso que esta decisão é um marco importante em todo o processo. É o momento de passarmos ao contra-ataque. Agora, é colocarmos todos os processos que se justificarem e esperar que seja feita justiça.

Sendo eu um apreciador de provérbios e adágios, e tendo enorme respeito pela sabedoria popular, anseio por que toda esta história confirme os seguintes:

- Quem semeia ventos colhe tempestades
- A Justiça tarda mas não falha
- Quem espera sempre alcança

Por falar em alcance...
A oito jornadas do fim, ficámos novamente com o primeiro lugar ao nosso alcance. Aaahh! Até o ar que se respira é outro! O céu mais limpo e o horizonte mais bonito! Bem sei que não ganhámos nada, apenas resgatámos o nosso destino. Continuamos a precisar de vencer oito terríveis batalhas, mas agora sabemos que se as vencermos a vitória final não nos escapará! Agora é connosco. Vamos, Benfica! Vamos!!


domingo, 11 de março de 2018

AGORA É CONNOSCO! VAMOS! VAMOS!

Aquilo com que sonhávamos há muitas semanas aconteceu! Voltamos a depender de nós. Agora é connosco. Para começar, é ganhar em Santa Maria da Feira. Vamos, vamos!!

É RUMO AO PENTA!!!


Era uma questão de tempo


Tal como os nossos jogadores, também acreditei sempre que chegaríamos à vitória. Tanto trabalho e determinação na incessante busca do golo tinham que dar resultado! Eles podem fechar alguns caminhos durante algum tempo. Mas não podem fechar todos os caminhos o tempo todo.

Na primeira parte, não tendo jogado mal, não conseguimos criar muitas ocasiões de golo. Foi mais um trabalho de desgaste, que depois deu frutos na segunda. Para esse desgaste muito contribuiu o Rafa com os seus raides inebriantes.

Para a segunda parte tínhamos a vantagem da baliza grande e precisávamos de aumentar a velocidade de circulação. Empurrando o Aves para o seu reduto seria uma questão de tempo até chegarmos ao golo. Assim fizemos. A entrada do Raul foi, mais uma vez, determinante. Mas não significa que devêssemos ter iniciado assim. O Raúl entrou numa altura em que o Aves já defendia mais atrás, desgastado pelo volume de jogo construído em 4-3-3. Nesta fase fazia todo o sentido aumentarmos as opções na área e soltar mais o Jonas.

A ausência do Pizzi e o seu substituto
Notou-se a falta de fluidez no início de construção, que o Pizzi normalmente dá. Notou-se a falta de velocidade nas variações de flanco, habitualmente protagonizadas pelo Platini de Bragança.

O João Carvalho voltou a não aproveitar a oportunidade para marcar pontos como opção a médio-interior. Parece-me que as suas características pedem um posicionamento mais avançado no terreno, no espaço 10/segundo avançado, posições que neste momento não estão a ser muito usadas. Vejo-o mais como uma alternativa ao Jonas no modelo anterior, do que como alternativa ao Pizzi ou ao Zivko no modelo actual.

Bem sei que após os 80' e a ganhar por 2-0 o contexto já era outro, mas o bloco de dez minutos do Keaton Parks foi mais interessante do que qualquer dos cinco blocos de dez minutos do João. O nosso texano mostra valências mais adequadas à posição e funções de médio-interior. Nomeadamente: a forma como se posiciona para oferecer linhas de passe simples e seguras ao portador da bola; a facilidade em jogar a um,dois toques dando velocidade e segurança à construção; a reacção à perda e capacidade de pressão; e tem também boa chegada às zonas de finalização.

Os golos
Foi um bocado na base do águia-viva-em-pedra-dura-tanto-bate-até-que-fura. Remate do Fejsa (o meu melhor em campo), guarda-redes defende, Cervi chega primeiro e Jonas encosta. Foi o trinta e um! Pouco depois, mais um canto, o décimo-segundo do jogo se não estou em erro, Cervi marca, Raúl remata, Rúben insiste, golo de pé esquerdo! Era noite mas fez-se... DIÁÁÁ!! (É assim que soam na Luz os golos do melhor central português).


Defensivamente só apanhámos um susto, numa jogada em que afinal já tinha sido assinalado fora-de-jogo. Boa arbitragem, by the way. 

O nosso trabalho está feito, e bem feito!

                             Ficha do jogo (aqui)


quinta-feira, 8 de março de 2018

Só espero que não me prendam o Jonas


Tu roubas o meu correio, eu vou preso. 
Tu ofereces putas aos árbitros, eu vou preso.  
Tu tens capangas a fazer segurança privada ilegal, eu vou preso.
Tu ameaças um árbitro com descida de divisão e ele desce, eu vou preso. 
Tu vandalizas as minhas Casas por todo o país, eu vou preso.
Tu divulgas o correio que me roubaste, eu vou preso.
Tu não descobres absolutamente nada de grave no correio que me roubaste, eu vou preso. 
Tu invades o campo para agredir o meu jogador, eu vou preso.
Tu passas o tempo todo a difamar-me, eu vou preso.
Tu violas o segredo de justiça todos os dias, eu vou preso.
Tu compras jornalistas, eu vou preso.
Tu compras polícias e delegados do Ministério Público, eu vou preso.
Tu tens os juízes da tua comarca no bolso, eu vou preso.
Tu és avisado a tempo de fugir para Espanha, eu vou preso.
Tu controlas a máfia da noite na tua cidade, eu vou preso.
Tu suicidas um dirigente do teu clube no teu estádio, eu vou preso.
Tu obrigas os teus jogadores a doparem-se, eu vou preso. 
Tu invades o centro de treino dos árbitros para os ameaçar, eu vou preso. 
Tu chamas maluco ao árbitro, eu vou preso.
Tu bates no árbitro, eu vou preso.
Tu ameaças os filhos dos árbitros, eu vou preso.
Tu mandas o macaco e o seu bando de malfeitores destruir estabelecimentos comerciais de familiares de árbitros, eu vou preso. 
Tu metes um dos maiores ladrões da história da arbitragem portuguesa a presidente da Liga, eu vou preso.
Tu invades o campo e foges do jogo ao intervalo porque estás a perder, eu vou preso.
Tu subornas o teu adversário no intervalo do jogo para ele perder, eu vou preso.
Tu enrabas os lagartos a torto e a direito...bom, aqui merecias uma medalha.
Tu estás falido e cheio de calotes, eu vou preso.
Tu não ganhas nada há não sei quantos anos, eu vou preso.
Tu precisas de distrair os carneiros do teu clube para te perpetuares no poder, eu vou preso.
Tu és um dos maiores mafiosos da História de Portugal mas ainda não foste preso.

 A REVOLUÇÃO É PRA JÁ!

domingo, 4 de março de 2018

O carrossel Benfiquista é um regalo prá vista!




São sete flechas apontadas à baliza contrária! São jogadas lindas de encantar! São múltiplas combinações de ataque a envolver muitos jogadores, sempre ao primeiro toque! São golos soberbos e oportunidades infindáveis! São fintas, tabelas e remates! São poemas, obras de arte!

Os centrais e o trinco protegem a rectaguarda. Os laterais, os interiores, os extremos e o sublime Jonas surgem a todo o momento na zona de finalização, vindos de todos os lados! Os laterais aparecem por dentro, os interiores abrem nas linhas, os extremos entram no espaço Nove. E na jogada seguinte, é tudo ao contrário! O Jonas, esse aparece onde é preciso a fazer o que é necessário! Isto é Futebol de autor. Tem a assinatura do mister Rui Vitória e a interpretação de magníficos artistas.

Somos, de muito longe, a equipa que melhor futebol pratica em Portugal. Seria uma tremenda injustiça não vencermos o campeonato. Se, nas nove finais que faltam, não formos escandalosamente roubados e o clube da máfia sistematicamente beneficiado, seremos nós os Campeões!

É um luxo! É um privilégio podermos assistir ao vivo às exibições e aos golos do Jonas.
O segundo que marcou ontem define a classe do extraordinário jogador. Não são só os golos - e já leva trinta em vinte e cinco jornadas! -  que fazem dele o melhor jogador a actuar em Portugal. É a inteligência dos movimentos e a qualidade da execução. A humildade e o espírito de equipa. O talento e a atitude!




Decididamente, o Zivko encontrou nesta nova função a sua melhor posição. Jogar a

interior (esquerdo ou direito) permite-lhe utilizar todos os recursos que tem, e são muitos! A sua capacidade ofensiva era já uma certeza, mas agora tem-nos impressionado pelo compromisso defensivo e pela clarividência na organização. Belo golo com o pé direito! 

Do Rafa, dizia-se que precisava de ir ao psicólogo, para aumentar a confiança e soltar
o enorme talento. Pois bem, a Doutora Continuidade tem feito maravilhas! Ao quarto jogo consecutivo ajudou-nos a alcançar a quinta vitória seguida. Tem contribuído de forma decisiva para que o triângulo da direita seja tão perigoso quanto o da esquerda. E ainda tem muito mais para dar! É só continuar.




O Senhor Almeida soma e segue! Com as duas assistências de ontem são já oito esta 
época. Aos 27 anos, após várias épocas de evolução contínua, encontra o seu auge num patamar muito elevado. Ao acerto defensivo juntou valências ofensivas nunca antes vistas. Se antes olhávamos para o André como um bom suplente, agora só precisamos de pensar num suplente para ele. 





Estes são alguns destaques individuais, mas toda a equipa jogou muito bem, unida e alegre. A surpreendente pressão alta do Marítimo só surtiu efeito nos primeiros dez, doze minutos. Após o nosso primeiro golo, aos 16', a resistência madeirense caiu como um castelo de cartas perante o turbilhão ofensivo encarnado. A facilidade com que construímos ataques e chegamos a zonas de finalização, com tantos elementos em simultâneo, torna virtualmente impossível fechar todos os caminhos durante todo o tempo. Os nossos jogadores sentem-se confortáveis neste modelo de jogo e interpretam-no com alegria. O carrossel Benfiquista é um regalo para a vista!

Nunca como agora tivemos as características individuais de cada jogador tão bem aproveitadas nas manobras colectivas. E as possibilidades estão longe de estar esgotadas. Por exemplo, no jogo de ontem tivemos períodos em que o esquerdino Zivko trocou de posição com o destro Pizzi, o que permite multiplicar as combinações ofensivas em cada um dos triângulos. Veremos contra o Aves qual será a solução encontrada para fazer face à ausência do Pizzi, com a confiança de que quem entrar terá a tarefa facilitada pelo excelente momento que a equipa atravessa.

As contas do título.
São simples. Ganhar as nove finais e esperar que o primeiro classificado deixe mais dois pontos algures, para além da derrota na Luz. Eu acredito!

Pode ser que o escândalo de corrupção no Estoril-Porto leve os próximos adversários do clube da máfia a mostrarem mais brio nos jogos que faltam. Pode ser que os árbitros ganhem um bocadinho de coragem e vergonha na cara... Pode ser!

                            Ficha do jogo (aqui)


quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

A mais bela história das histórias de Portugal!




    

    Nunca tantos deveram tanto a tão poucos.
    Obrigado, rapazes!





quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O que é que nós podemos fazer?



Estamos a ser escandalosamente roubados! O que tem acontecido esta época está ao nível do pior a que assistimos nos anos negros pré-Apito Dourado. Com a agravante de agora serem dois os ladrões. A impunidade dos criminosos que dirigem o clube da máfia e o clube dos palhaços do Lumiar parece não ter limites. Os bois do apito já nem se preocupam em disfarçar os seus esforços para impedirem a conquista do Penta pelo Benfica. A inacção dos dirigentes da arbitragem, da disciplina, da Liga e da Federação é tão criminosa quanto a acção dos promotores desta campanha global anti-Benfica. A cumplicidade da descomunicação social é vergonhosa.

Dispenso-me, por nojo, de enumerar o rol de casos em que fomos prejudicados e, mais escandalosos ainda, os casos em que os outros concorrentes ao título foram beneficiados. Refiro apenas dois dos mais recentes. A sensação com que fico perante o prolongamento do Tondela - Sporting até que os lagartos fizessem o golo - ainda por cima irregular, ou a sensação que me provoca a farsa da bancada rachada na Amoreira é a mesma que experimentei, há mais de vinte anos, quando um mânfio me encostou uma faca ao pescoço para me sacar a carteira. Raiva e frustração!

Quando aqueles que deviam regular a competição e punir os infractores são, eles próprios, participantes nesta cabala, que alternativas legítimas restam ao Clube prejudicado? Abandonar a competição?

E nós, sócios e adeptos do Benfica, o que é que nós podemos fazer para acabar com esta roubalheira? Somos milhões. Se nos unirmos e agirmos de forma concertada seremos imparáveis. Temos o poder dos números e a força da razão. Qual será a forma mais eficaz de exercermos a nossa influência em prol da justiça? O que podemos nós fazer, para além do óbvio, que é manter o apoio incondicional aos nossos Campeões? 

- A quem é que nos podemos queixar?
- Onde é que nos devemos juntar para manifestar a nossa indignação?
- Será que temos de perseguir os árbitros que nos roubam e sová-los até que fiquem fisicamente impedidos de voltar a meter um apito nos queixos? Por formação e convicção sou contra a violência, mas situações extremas provocam reacções extremas. Será para isso que nos estão a empurrar?

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

A máquina encarnada está bem afinada!



Foi um arraso! A equipa que melhor futebol pratica em Portugal não deixou pedra sobre pedra no xadrez boavisteiro. Nem o árbitro do Sporting, que alinhou pelo Boavista, conseguiu impedir a máquina encarnada de produzir um futebol de encantar. Deste Tiago Lagarto não seria de esperar outra coisa, depois de, como VAR no último derby, ter deixado passar o golo do Sporting em fora-de-jogo e não ter visto vários penáltis a nosso favor.

Para além da qualidade futebolística exibida, os nossos jogadores mostraram enorme maturidade ao não se deixarem enervar pela acção sabotadora do árbitro, cujo erro menos desonesto até terá sido o penálti perdoado ao Boavista. São assim os nossos Campeões!

Alguns destaques individuais
Mais uma grande exibição do Cervi, o nosso novo especialista em bolas paradas. Desta vez produziu dois golos a partir de pontapés de canto. Sofreu um penálti e participou em inúmeras combinações ofensivas que destruíram a defesa contrária. É assim o nosso Boneco Diabólico!

Pelo desempenho que o Zivkovic tem tido a interior esquerdo, fico com a ideia que até será esta a melhor posição para o sérvio. Já quando jogava a extremo, fosse à esquerda ou à direita, as suas acções não se resumiam aos típicos movimentos de jogador de corredor lateral. Esta nova função permite-lhe explorar a vasta gama de recursos de que dispõe. Agora, coloca ao serviço da equipa todo o futebol que tem nos pés, na cabeça e no coração. Recupera bolas, organiza, passa curto ou longo, ou avança ele próprio em slaloms imparáveis. Conforme a hora e o local em que se encontre, escolhe a melhor opção em cada ocasião. É assim o nosso astro sérvio!

Aos 18 minutos de jogo já era de noite, mas fez-se DIÁÁÁÁÁH (foi assim que soou o golo do Rúben) no Terceiro Anel! Deve sentir uma emoção tremenda ao ouvir o seu nome a ecoar desta maneira no Estádio que frequenta desde menino, após fazer um golo pelo Clube do seu coração! Mas olhando para o moço, ninguém lhe detecta a mínima alteração do estado de espírito. Permanece focado e concentrado, seja qual for o cenário. É assim o nosso futuro Capitão!


O nosso modelo de jogo - mobilidade constante e rápidas trocas de bola entre o quinteto da frente; pressão alta; recuperação imediata da bola e reciclagem contínua dos ataques - assenta muito na voracidade e ubiquidade do Fejsa. É ele, com as suas inúmeras recuperações de bola e omnipresença a bloquear as tentativas de saída em contra-ataque dos adversários, que nos permite praticar durante largos períodos um futebol tão avassalador. É assim o nosso monstro sérvio!

Não terá dado tanto nas vistas como alguns companheiros, mas o Pizzi fez um excelente jogo. Sempre próximo das áreas de acção, a jogar muitas vezes a um-dois toques, permitiu uma enorme fluidez ao nosso jogo. Fez vários passes longos com muita precisão, a mudar de flanco rapidamente, que provocaram um desgaste tremendo ao adversário. É assim o nosso maestro!

Intransponível a defender (apesar duma perda de bola comprometedora) e temível na bola parada ofensiva. Um golo e uma assistência. É assim o Jardel, o nosso Guerreiro!

Eficiente a defender e cada vez mais decisivo a atacar, já leva seis-assistências-seis! É assim o Senhor Almeida!

Passa uma semana inteira a armazenar energia para depois deitar tudo cá para fora nos minutos que o mister lhe der. Varre a zona defensiva adversária sem descurar o mais pequeno tufo de relva. Luta por cada bola como se não houvessem bolas perdidas. Obriga o guarda-redes adversário a bater rápido na frente, permitindo a recuperação imediata. E ainda tem destreza para aproveitar a mínima oportunidade que surja para fazer um golito. É assim o Raúl, o nosso furacão mexicano!

Apesar da noite menos inspirada do Jonas (temos que rever os penaltis, Pistolas!), das hesitações do Varela, da violência dos jogadores do Boavista e do esforço titânico do árbitro para inclinar o campo contra nós, ganhámos de goleada! Assim se vê como está bem afinada, a máquina encarnada!
Ficha do jogo (aqui)
Parabéns aos Campeões Nacionais de Atletismo! 
Assim se vê a força do SLB!!






segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

As aventuras de Cérvix, o irredutível Argentino!





Tal como o Astérix, um dos heróis da minha infância, o Cervi é pequeno, irrequieto, corajoso e cheio de recursos. Às excelentes exibições que vinha fazendo acrescentou no Algarve os golos - logo dois! - absolutamente decisivos na nossa vitória.


Os ingredientes da sua poção mágica são a confiança do mister, a ajuda dos colegas e o carinho da Família Benfiquista. Tudo o resto é dele. A velocidade, a técnica, a garra, a energia inesgotável e a entrega sem reservas. Agora até descobrimos que tem andado a treinar os livres directos e ganhámos mais esta solução. Reúne os predicados necessários para se tornar um dos heróis mais aclamados da Luz. O Cervi é um jogador à Benfica! 








O meu segundo destaque do jogo de Portimão vai para o companheiro do Cérvix nesta aventura algarvia, o Zivkovix. O seu talento é há muito reconhecido, mas a forma como se tem adaptado à nova missão supera as expectativas mais optimistas. A cada minuto que passa, mostra-se mais confortável e influente nas múltiplas funções a que esta posição obriga. Ele fecha linhas de passe e recupera bolas. Faz lançamentos longos ou tabelas curtas. Progride com a bola controlada ou passa de primeira. Quase sempre a propósito. Defende, organiza, dribla, assiste e marca! 

No golo que marcou em Portimão, o Zivko pega na bola ainda no nosso meio-campo. Tira um adversário da frente, descobre uma avenida no corredor central e avança por ali adentro, iludindo a oposição. Abre na direita, recebe em zona de finalização (bem, Diogo!) e finaliza à segunda, com muita calma e muita classe! É de craque!






No terceiro lugar do pódio dos destaques individuais coloco o Senhor Almeida. Exibição autoritária a defender e quase magnífica a atacar. Para além de ter metido o Nakajima no bolso, conforme se pedia, ainda teve tempo para aparecer na frente a criar perigo. Excelente iniciativa aos 25', a ultrapassar dois adversários e a cruzar para o Jonas, que falha a bola, e depois o Zivko quase marca. Apareceu duas vezes em excelente situação para finalizar. Na primeira, a passe do Rafa, escorregou. Na segunda, a passe do Cervi, chutou fraco e à figura. Mas estas jogadas têm valor pela sua movimentação, pela criação de superioridade numérica em zona de finalização, algo que não estávamos habituados a vê-lo fazer nas épocas anteriores.

Uma palavra ainda para o Rafa. A expectativa era grande, alimentada pelas suas últimas aparições na equipa. Fez algumas coisas bem feitas, nomeadamente: a quase-assistência no primeiro golo; o já referido passe para finalização do André Almeida; e uma iniciativa individual pelo corredor esquerdo, em que conduz a bola desde o nosso meio-campo até ser derrubado na grande-área portimonense. Mas teve pouco volume de jogo e muitas acções inconsequentes. Globalmente, ficou aquém do necessário para ganhar o lugar ao Salvio.























O JOGO
Vitória indiscutível da melhor equipa, mas tivemos de passar as passinhas do Algarve para trazermos os três pontos de Portimão. O golo do Cervi, após bela combinação Zivko-Jonas-Zivko-Rafa-(...)-Cervi, logo aos 6', não nos tirou vontade de atacar e podíamos ter feito mais até ao intervalo. Nos primeiros vinte minutos da segunda parte tivemos dificuldades. O Portimonense atacou em força e em quantidade, envolvendo muitos elementos na fase ofensiva. Aos 64' lesiona-se o Jonas e, como um azar nunca vem só, sofremos logo o golo do empate, de canto. Felizmente, o Raúl entrou bem e ajudou a equipa a ter mais bola, numa fase em que o jogo se tinha tornado muito físico. Depois tivemos aquele momento sublime do Cervi, no livre directo que repôs a nossa vantagem no marcador. Ainda houve tempo para o Varela nos pregar mais um susto, mas fechámos com chave de ouro com o golo do Zivko!

Fizemos a nossa parte! Nesta jornada, só ganhámos pontos no nosso campo. Temos de continuar a ganhá-los, que os outros hão-de perdê-los! Carrega BENFICAAAA!!!

                            Ficha do jogo (aqui)